quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

ANOREXIA

"Ele mantém a cabeça ocupada, como se assim evitasse a doença do amor. Para não pensar no que já lhe tomou todo o corpo. E assim se divide em dois. Dois ou mais. Nunca está inteiro. Nunca está. Como se já se tivesse ido também. Mas há uma dor em suportar sua própria ausência. O que lhe parecia remédio agora dói. E não cura". (Cris Guerra)

Um comentário:

Babi disse...

Não cura, não ajuda, não salva, não resgata, não tras felicidade.
é um NADA com uma volta tão dificil e dolorosa